Planejamento patrimonial e sucessório não é sinônimo de constituição de holding. A sociedade pode ser adequada em determinadas estruturas, mas sua utilidade somente pode ser avaliada depois que família, patrimônio, atividades empresariais e objetivos sucessórios forem compreendidos em conjunto.

O diagnóstico deve identificar integrantes da família, regimes de bens, herdeiros, ativos, participações societárias, dívidas e estruturas existentes. Também é preciso separar o eixo patrimonial do eixo operacional.

Doação, usufruto, testamento, acordo de sócios e protocolo familiar produzem efeitos diferentes. A escolha depende do equilíbrio pretendido entre antecipação sucessória, manutenção de controle e autonomia dos sucessores.

O resultado deve ser um plano de implementação com etapas, documentos, responsáveis, dependências e decisões pendentes.